Gnómon

#364 Estaminet

Há muitos, muitos anos, quis ter uma máquina a sério, e poupei, e o resultado foi uma Pentax, com teleobjectiva e tudo. (Em segunda mão, claro!). Deixou-me ficar mal algumas vezes, umas por isto, outras por aquilo, deixei de fotografar tanto. Depois vieram as digitais. Maravilha, uma pessoa tira, fica sempre bem, se não fica apaga logo, no surprises.

E eis que agora me veio parar às mãos uma Vivitar, marca que nunca tinha ouvido falar. Analógica, com uma objectiva de 35 a 70, muito, muito discreta, uma pessoa carrega no botão e ouve-se do outro lado da rua! Ah, mas que dá prazer dá! Acho que é isso mesmo, com as digitais, é fácil, resulta sempre, mas com estas é outra coisa!

  1. Formiguinha diz:

    Acho esta fotografia fantástica!

  2. xinha diz:

    Com as outras, as reflex analógicas, é preciso perceber alguma coisa de fotografia para que se tirem fotos razoáveis. Com as digitais tudo parece muito mais fácil, sobretudo com os automáticos e se a máquina for boa. Depois de muitos cliques, a custo reduzido ou zero, algum há-de sair bom.
    Os maiores entraves para mim tem sido a resolução, quando pequena não dá para ampliar. E o tempo que vai entre o clicar e o disparar da objectiva (neste caso o fixar na memória), que nas digitais ainda está longe de se aproximar daquilo a que se chama um instantaneo. Isto para as máquinas baratas, talvez as caras caras já sejam capazes dessa proeza, confessso que n sei.

  3. [...] coisas se chamam… “tabuletas”? Aqui consegue-se ver a outra que eu tinha mostrado aqui.  Gosto destas [...]

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