Gnómon

#20 The Great Event

What a  sign of relief,as the senile robins

Become bright red again, and the retired nightingales

Pick up their dusty tails,

And assert the Majesty of creation

  1. Holof. diz:

    Ei… conheço esta voz! Bom dia… (tenho que dar umas aulas de inglês… )

  2. xinha diz:

    O meu inglês tb é péssimo. Mas como tenho regularmente que ler tenho melhorado. Tb precisava de umas aulas, eheh

  3. xinha diz:

    Neste momento tenho um cliente indiano que mal fala o português. Havias de ver as reuniões que tenho com ele.. eheh. Agora para escrever emails tenho que recorrer a um programa de tradução. Depois componho um pouco as frases e já está.. lá me vou safando.

  4. Margaridaa diz:

    Ter o conhecimento de outras línguas que não a nossa de origem abre-nos horizontes.
    Ler um livro numa língua estrangeira é uma grande experiência, aprendi melhor o francês a ler Cosey e Anais Nin.

    Penso que mais eficaz que umas aulas é um livro interessante com uma linguagem simples, para não desencorajar.

    A música que escolho por aqui no Gnómon é menos para mostrar novidades mas para mostrar o que é dito.(Um boa oportunidade para por o inglês em dia! :D )

    Beijinhos aos dois.

  5. [...] a falar de aprender línguas, a xinha o holof. e eu, noutro lado, e lembrei-me deste guarda-costeiro [...]

  6. Maio diz:

    O melhor método – e, infelizmente, o mais difícil de pôr em prática – é ir para o país onde se fala a língua e, assim, ser obrigado a falar continuamente. Nada melhor. Eu também preciso de reciclar o meu inglês, por razões profissionais. Há pouco tempo, recebi um email promocional do wall street institute oferecendo duas semanas grátis. Pensei que era uma boa oportunidade e telefonei para saber que preços deveria esperar depois, após as duas semanas, por duas ou três horas de aulas semanais. Fiquei surpreendido. Furiosamente surpreendido. Sucede que a técnica de marketing destes bandalhos implica que não dêem qualquer informação de preços por telefone, só pessoalmente. Isto aproxima-os perigosamente da lógica das seitas religiosas, o que é deplorável. Depois percebi melhor os contornos da táctica do empocha que deve estar por detrás de tão transparente princípio comercial. É que a empresa pertence ao Grupo Carlyle, cujo accionista principal é o famigerado ex-agente da cia Frank Carlucci. o mesmo que andou aqui há anos metido numas falcatruas imobiliárias com o Artur Albarran. A única coisa boa do telefonema que gastei foi que fiquei com uma certeza acerca do “instituto” onde jamais irei reciclar o meu inglês. Wall Street… Também com um nome destes não era de esperar muito mais…

Comentar

Dados optativos