#20 The Great Event
What a sign of relief,as the senile robins
Become bright red again, and the retired nightingales
Pick up their dusty tails,
And assert the Majesty of creation
#20 The Great Event
What a sign of relief,as the senile robins
Become bright red again, and the retired nightingales
Pick up their dusty tails,
And assert the Majesty of creation
Ei… conheço esta voz! Bom dia… (tenho que dar umas aulas de inglês… )
O meu inglês tb é péssimo. Mas como tenho regularmente que ler tenho melhorado. Tb precisava de umas aulas, eheh
Neste momento tenho um cliente indiano que mal fala o português. Havias de ver as reuniões que tenho com ele.. eheh. Agora para escrever emails tenho que recorrer a um programa de tradução. Depois componho um pouco as frases e já está.. lá me vou safando.
Ter o conhecimento de outras línguas que não a nossa de origem abre-nos horizontes.
Ler um livro numa língua estrangeira é uma grande experiência, aprendi melhor o francês a ler Cosey e Anais Nin.
Penso que mais eficaz que umas aulas é um livro interessante com uma linguagem simples, para não desencorajar.
A música que escolho por aqui no Gnómon é menos para mostrar novidades mas para mostrar o que é dito.(Um boa oportunidade para por o inglês em dia!
)
Beijinhos aos dois.
[...] a falar de aprender línguas, a xinha o holof. e eu, noutro lado, e lembrei-me deste guarda-costeiro [...]
O melhor método – e, infelizmente, o mais difícil de pôr em prática – é ir para o país onde se fala a língua e, assim, ser obrigado a falar continuamente. Nada melhor. Eu também preciso de reciclar o meu inglês, por razões profissionais. Há pouco tempo, recebi um email promocional do wall street institute oferecendo duas semanas grátis. Pensei que era uma boa oportunidade e telefonei para saber que preços deveria esperar depois, após as duas semanas, por duas ou três horas de aulas semanais. Fiquei surpreendido. Furiosamente surpreendido. Sucede que a técnica de marketing destes bandalhos implica que não dêem qualquer informação de preços por telefone, só pessoalmente. Isto aproxima-os perigosamente da lógica das seitas religiosas, o que é deplorável. Depois percebi melhor os contornos da táctica do empocha que deve estar por detrás de tão transparente princípio comercial. É que a empresa pertence ao Grupo Carlyle, cujo accionista principal é o famigerado ex-agente da cia Frank Carlucci. o mesmo que andou aqui há anos metido numas falcatruas imobiliárias com o Artur Albarran. A única coisa boa do telefonema que gastei foi que fiquei com uma certeza acerca do “instituto” onde jamais irei reciclar o meu inglês. Wall Street… Também com um nome destes não era de esperar muito mais…