A propósito de falta de luz, tenho reparado: a maior parte das pessoas não sabe amar:
_não sabem dar (leia-se amar). Não fazem um esforço, nem tentam. Mas exigem, exigem, exigem… Ou então fogem, viram costas, que pensar no assunto (ou amar) dá muito trabalho.
_e exigem que os amem segundo leis que só os próprios conhecem, e inventam à medida das suas ambições ou necessidades pessoais.
De modo que à mínima faísca perdem a simpatia, e quase nos convencem a reagir igual. Assim, sem ouvir, sem tentar perceber.. sem paciência… sem compaixão… sem luz…
Uma coisa tão simples de fazer: amar
e que só faz bem à saúde.
É difícil amar, cada um tem o seu conceito, o seu modo, as suas esperanças.
A falta de amor é muitas vezes resultado de uma comunicação que não passa bem, linguagem diferente, códigos diferentes…
São os limites que impomos a nós próprios que nos impedem de dar mais. Os limites, os conceitos, preconceitos, medos, manias, paranóias, fantasmas, passado, tudo coisas que criamos e ás quais nos amarramos que nos impedem de viver o presente, de dar…
Estamos sempre à espera de receber primeiro.. mas isso não é dar, é esperar… centrado apenas em nós. Dar: é não esperar nada. E não há limites…
A dificuldade está só em depois de perceber isto pô-la em acção. É apenas uma questão de vontade e coragem. Que importa o resto? a nossa ‘grandiosa’ pessoa? as nossas pequenas manias? as nossas supostas verdades?
Não há aqui qualquer sentido de censura sobre os que dão menos. Embora isso me entristeça claro. Porque o mundo podia ser um lugar bem mais aprazível se todos dessem o seu melhor.
A propósito de falta de luz, tenho reparado: a maior parte das pessoas não sabe amar:
_não sabem dar (leia-se amar). Não fazem um esforço, nem tentam. Mas exigem, exigem, exigem… Ou então fogem, viram costas, que pensar no assunto (ou amar) dá muito trabalho.
_e exigem que os amem segundo leis que só os próprios conhecem, e inventam à medida das suas ambições ou necessidades pessoais.
De modo que à mínima faísca perdem a simpatia, e quase nos convencem a reagir igual. Assim, sem ouvir, sem tentar perceber.. sem paciência… sem compaixão… sem luz…
Uma coisa tão simples de fazer: amar
e que só faz bem à saúde.
É difícil amar, cada um tem o seu conceito, o seu modo, as suas esperanças.
A falta de amor é muitas vezes resultado de uma comunicação que não passa bem, linguagem diferente, códigos diferentes…
Amar significa dar.
São os limites que impomos a nós próprios que nos impedem de dar mais. Os limites, os conceitos, preconceitos, medos, manias, paranóias, fantasmas, passado, tudo coisas que criamos e ás quais nos amarramos que nos impedem de viver o presente, de dar…
Estamos sempre à espera de receber primeiro.. mas isso não é dar, é esperar… centrado apenas em nós. Dar: é não esperar nada. E não há limites…
A dificuldade está só em depois de perceber isto pô-la em acção. É apenas uma questão de vontade e coragem. Que importa o resto? a nossa ‘grandiosa’ pessoa? as nossas pequenas manias? as nossas supostas verdades?
Os caminhos são sempre pessoais, o que é verdade para ti pode não o ser para o outro.
Cada um faz o seu melhor.
“Cada um faz o seu melhor” dizes tu
e eu pergunto _mas será que faz?
é exactamente sobre este esforço em fazer melhor que eu escrevi.
Não há aqui qualquer sentido de censura sobre os que dão menos. Embora isso me entristeça claro. Porque o mundo podia ser um lugar bem mais aprazível se todos dessem o seu melhor.